Um provar do paladar da comunidade global de saúde materna e neonatal no IMNHC na cidade de Cape Town

Relatório elaborado por Nadege Sandrine Uwamahoro, coordenadora da pesquisa sobre Casa de Espera para Mulheres Grávidas

Não somos apenas parte do momento; somos também parte do movimento. Da esquerda à direita: Horácio, Argentina, Nadege, Ruta, e Tanda.

Este mês, cinco membros do projecto de Saúde Materna Moçambique-Canadá, nomeadamente: Argentina Ezequiel Munguambe, Ruta dos Santos José Massunguine, Nadege Sandrine Uwamahoro, Horácio Mandevo Chissaque e António Tanda, participaram da primeira Conferência Internacional de Saúde Materna e Neonatal (IMNHC) na cidade de Capetown. O lema da conferência de cinco dias era ‘Juntos 2023’.

Ficamos impressionados com o elevado número de pessoas – mais de 1500 pesquisadores, implementadores e líderes da indústria – a participar na conferência. Participar na conferência deu aos membros da equipe um sentimento de pertencer a uma comunidade e movimento global, com o objectivo comum de acabar com a morbidade e mortalidade materna e neonatal. Foi importante ser recordado que outros países estão a enfrentar desafios relacionados à pobreza semelhantes aos de Moçambique. Mesmo nos países para onde muitos moçambicanos viajam para tratamento especializado e de alta qualidade como a Índia e a Nigéria, há comunidades rurais que não têm acesso a serviços de saúde materna de qualidade.

Uma sessão especial sobre Moçambique e o simpósio nacional para Moçambique serviu de oportunidade para os membros da equipe interagirem com os integrantes da delegação nacional oficial moçambicana.  

Sessões de cartazes ao vivo, e estandes e simpósios de delegações nacionais oficiais foram concebidos para facilitar o debate em pequenos grupos, e o salão de exibição foi especialmente útil para networking e ver o que algumas organizações nacionais, regionais e internacionais estão a fazer para melhorar a sobrevivência materna e neonatal, e evitar nados-mortos nos países onde trabalham. Todos nós fomos a sessões que reflectiam com atenção as nossas próprias áreas, mas também tivemos a oportunidade de explorar temas além dessas áreas.

Foi encorajador ver que a abordagem do nosso projecto para integrar o envolvimento da comunidade, o fortalecimento do sistema de saúde e a pesquisa de intervenção está bem alinhada com as evidências actuais e com as recomendações globais. No entanto, também ficou claro que, como comunidade global, precisamos fazer mais, se quisermos alcançar as metas de desenvolvimento sustentável relacionadas à saúde materna e neonatal. Precisamos liderar com eficácia, partilhar estratégias de implementação e promover a colaboração e a inovação. Uma vez que o Projecto de Saúde Materna Moçambique-Canadá tem muito a partilhar com a comunidade global, esperamos apresentar o nosso trabalho na próxima conferência em 2025.

Uma sessão especial sobre Moçambique e o simpósio nacional para Moçambique serviu de oportunidade para os membros da equipe interagirem com os integrantes da delegação nacional oficial moçambicana.  
Welcome!

Thank you for your interest in the Mozambique-Canada Maternal Health Project. This project came to an end on June 30, 2024. You may continue to the site to see our final update and find out what we did, but please keep in mind that it is an archived site and will no longer be updated.

We now have a new project**: Sexual and Reproductive Health for Young Women in Inhambane**. We will be activating its website soon.

The new project builds on the old one, but with some changes to adapt to new realities. We will continue to seek improved, sexual, reproductive and maternal health and rights for women, now focusing more on adolescent girls and younger women, within the context of model communities of care, taking into consideration their families and their communities. We will continue to partner with community health communities (now 30 compared to 20) within selected districts in Inhambane (now 6 rather than 5). We will also continue to partner with the provincial health directorate (DPSI) to improve infrastructural and human resources in the health system. And we will continue to carry out helpful research and disseminate information.

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