Este é um trecho de um artigo escrito por Nazeem Muhajarine, Ejemai Eboreime, Jacob Albin Korem Alhassan e Okikiolu Badejo. 22 de Abril de 2020 

Enquanto o vírus SARS-CoV-2 varre o mundo, os países africanos estão a preparar-se para consequências graves. As projecções divulgadas em 17 de Abril incluem um cenário pior de um bilião de casos e 3,3 milhões de mortes. Este cenário baseia-se na hipótese de não serem tomadas medidas de distanciamento social. Com um intenso distanciamento social, as estimativas baixam para 122 milhões de infecções e 300.000 mortes.

Estas estimativas surpreendentes são um convite à acção urgente. Agora é a hora de agir em África
e aplicar lições da sua própria história recente no combate contra epidemias como a Ébola e o HIV, bem como lições de países onde os surtos da COVID-19 podem estar a atingir o pico actualmente.

Ninguém sabe, porém, como é que a África vai sobreviver esta pandemia. Em comparação com o
resto do mundo, especialmente com a Ásia, o vírus chegou mais tarde, dando a oportunidade de aprender de lições em tempo real que podem ajudar a orientar a batalha de África.

Oferecemos três recomendações a esse respeito:

● Disseminação de informações correctas

● Uma resposta coordenada e equitativa de comunidades médicas e cívicas e governos

● Aumento dacapacidade de realização de testes

Leia o artigo completo em https://maternalhealthmozcan.ca/wp-content/uploads/2016/03/2020.04.22-Why-Africa-needs-to-battle-unique-challenges.-PT-FINAL.pdf

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Thank you for your interest in the Mozambique-Canada Maternal Health Project. This project came to an end on June 30, 2024. You may continue to the site to see our final update and find out what we did, but please keep in mind that it is an archived site and will no longer be updated.

We now have a new project**: Sexual and Reproductive Health for Young Women in Inhambane**. We will be activating its website soon.

The new project builds on the old one, but with some changes to adapt to new realities. We will continue to seek improved, sexual, reproductive and maternal health and rights for women, now focusing more on adolescent girls and younger women, within the context of model communities of care, taking into consideration their families and their communities. We will continue to partner with community health communities (now 30 compared to 20) within selected districts in Inhambane (now 6 rather than 5). We will also continue to partner with the provincial health directorate (DPSI) to improve infrastructural and human resources in the health system. And we will continue to carry out helpful research and disseminate information.

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